terça-feira, 14 de junho de 2011
COLABORE COM A OBRA MISSIONÁRIA - AJUDE NA CONSTRUÇÃO DE UM TEMPLO
Conta. 0007442-0 AG. 1677-2--Bradesco . Cariré - CE. Nessa cidade será erguida mais uma igreja pelo casal de missionários Reginaldo Guedes e sua esposa Nilda Guedes e seu filhos.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
COLABORE COM A OBRA MISSIONÁRIA - ADOTE UM MISSIONÁRIO
Conta. 0007442-0 AG. 1677-2--Bradesco . Cariré - CE. Nessa cidade um casal de missionários Reginaldo Guedes e sua esposa Nilda Guedes e seu filhos.
Os Dez Mandamentos - A Defesa da Vida Êxodo 20.13
O direito à vida é um dos direitos fundamentais do ser humano. Os cristãos consideram que a vida é criada por Deus e, sendo um dom de Deus e, por isso, não podem ter uma atitude de passividade diante de qualquer avanço da violência que espalha a morte e destrói a vida.
A lei que, há milênios Deus entregou por meio de Moisés, diferenciava-se de todas as outras leis dos povos vizinhos de Israel por defender a vida e frear a violência e a vingança. Prova disso eram as antigas cidades de refúgio, que funcionavam como barreira contra a vingança indiscriminada (Nm 35.9-15).
O biblista brasileiro Milton Schwantes em um artigo recente intitulado "Violências" (publicado no suplemento "Debate" do jornal Contexto Pastoral) lembra que a intenção divina de contenção da vingança e violência indiscriminadas pode ser vista em Gênesis 4.9-15, quando o Senhor poupa Caim de tornar-se vítima de alguém que quisesse matá-lo por ter assassinado Abel.
"Não matarás", diz o sexto mandamento. Muitos especialistas em língua hebraica dizem que este texto seria melhor traduzido por "não assassinarás".
Isto explicaria algumas passagens difíceis do Antigo Testamento em que o próprio Deus permite ou mesmo ordena que algumas pessoas sejam mortas (Ex 17.14; I Sm 15.1-3, etc.).
Os cristãos, que vivem em um contexto completamente diferente daquele vivido pelos fiéis da antiga aliança, devem lutar pela defesa da vida. Com base em Êxodo 20.13 pode-se dizer o seguinte:
1 - A DEFESA DA VIDA - ASPECTO LITERAL
“A terra estava corrompida à vista de Deus e cheia de violência" - este resumido relato bíblico (Gn 6.3) descreve como a violência dominava a sociedade humana antes do dilúvio.
Exemplo bem característico do desprezo à vida humana naquele período, é Lameque, que se orgulhava de ser assassino e expressou isso em seu estranho cântico: "... matei um homem porque me machucou, e um rapaz só porque me pisou..." (Gn 4.23 em A Bíblia Viva).
O comentário a este versículo na Bíblia de Jerusalém diz: "este cântico selvagem composto para a glória de Lameque... é recolhido aqui como testemunho da crescente violência dos descendentes de Caim".
Uma análise da história da humanidade mostra que esta atitude anti-vida tem sido uma presença constante em todas as sociedades e culturas.
Diante desta triste realidade, o sexto mandamento continua tendo uma grande variedade de aplicações.
O mundo presencia cada vez mais assassinatos provocados muitas vezes por motivos absolutamente fúteis.
Além disso, há inúmeras outras questões ligadas à aplicação deste mandamento, que são:
• A pena capital (pena de morte) em que criminosos são mortos (mas sempre com o risco de erros judiciais que levam inocentes à morte);
• A guerra (que sempre destrói milhares de vidas que não têm nada a ver com as questões que a produzem);
• O aborto (que mata o feto completamente indefeso e desprotegido);
• A eutanásia (que mata doentes incuráveis);
• O suicídio (que leva a pessoa a tirar a própria.vida);
• O genocídio (a tentativa de eliminação completa de um povo, como Hamã tentou fazer com os judeus (Et 3.12-15) e, mais recentemente, Hitler também tentou contra o mesmo povo);
• O infanticídio (o assassinato de crianças, seja em sacrifícios a entidades do Candomblé, ou de crianças nascidas com defeitos físicos ou mentais e ainda os assassinatos de meninos de rua por grupos de extermínio).
Todas estas questões são sérias e complexas e não receberão neste breve estudo uma análise mais detalhada. São apenas citadas, para que se saiba quantos ataques a vida tem sofrido em nossa sociedade.
O sexto mandamento exige dos cristãos conscientes e consagrados uma postura de cobrar dos governantes leis que dificultem o acesso a armas de fogo e que sejam mais eficientes na defesa da vida.
Como seguidores do Príncipe da Paz, temos que nos destacar dos não cristãos também no sentido de assumirmos em tudo que nos for possível, uma postura pró-vida e anti-morte.
2 - A DEFESA DA VIDA - ASPECTO EXISTENCIAL
É fato conhecido pelos estudiosos da Bíblia que no conhecido Sermão da Montanha, o Senhor Jesus citou alguns dos Dez mandamentos, onde criticou a interpretação dada pelos mestres da lei.
Isto, porque estes mestres da lei apresentavam uma interpretação deturpada para justificar sua própria desobediência à lei. Conforme o Rev. John Stott, Jesus "em cada antítese ("Ouvistes o que foi dito... eu, porém, vos digo..."), rejeitou a acomodada tradição dos escribas, reafirmou a autoridade das Escrituras do Velho Testamento e apresentou as decorrências plenas e exatas da lei moral de Deus".
A compreensão deste ponto nos ajuda a entender melhor o comentário feito por Jesus ao sexto mandamento, que aparece em Mateus 5.21-26. Nosso Senhor nos ensina que este mandamento tem uma aplicação bem mais abrangente que normalmente pode-se pensar.
O já citado Rev. John Stott com muita sabedoria diz: "os escribas e fariseus estavam evidentemente procurando restringir a aplicação do sexto mandamento apenas ao ato do homicídio, isto é, ao derramamento de sangue humano... Mas Jesus discordou deles. A verdadeira aplicação da proibição era muito mais ampla, assegurou; incluía pensamentos e palavras, além de atos; cólera e insultos, além do homicídio".
Há, então, um aspecto existencial, isto é, relacionado com o mundo interior da pessoa. Mata- se alguém não só literalmente, mas também no coração (I Jo 3.11-15). Se alguém tem ódio de uma pessoa, é como se a tivesse assassinado em seu coração. Jesus ensina que, para Deus isto é tão errado e condenável como um assassinato.
É possível que haja crentes que frequentem regularmente a igreja e participam de suas atividades, mas tenham ódio de outras pessoas, quem sabe até mesmo dentro da própria igreja.
Crentes que se reúnem em torno da mesa do Senhor, participam da Santa Ceia, mas com o coração carregado de ódio. Estas atitudes devem ser abandonadas pelos que pretendem ser fiéis a Jesus. A Bíblia recomenda a todos que tenham um esforço especial para viver em paz com todos os homens (Rm 12.18).
3 - A DEFESA DA VIDA - ASPECTO SOCIAL
Finalmente, a defesa da vida, que é o objetivo do sexto mandamento, tem seu aspecto social. Isto, porque a própria sociedade muitas vezes cria condições perversas e deformadas de vida, o que impede, ou dificulta muito que os cidadãos tenham condições suficientes para uma vida com um mínimo de dignidade.
Quando isto acontece, a sociedade vai matando aos poucos os que não têm recursos e condições para sustentar a própria família.
É por isso que há no Brasil milhões de miseráveis, que não têm emprego, moradia, condições para tratamento de saúde ou educação de seus filhos, enfim, não têm o básico para a vida.
O Brasil, que é um dos piores países do mundo em termos de distribuição de renda (que faz com que muitos tenham pouco, ou mesmo nada, e poucos tenham muito) está matando aos poucos os seus pobres.
Por esta causa, muitas pessoas se vão para o banditismo, a prostituição, o tráfico e uso de drogas, etc. Outros vão viver como mendigos, dependendo da boa vontade das pessoas para sua sobrevivência. Toda essa gente - mendigos, meninos e meninas de rua, e tantos outros sofredores - está sendo morta pela sociedade.
A defesa da vida obriga os cristãos a uma tomada de posição quanto a este problema social tão grave.
É bom lembrar que, já no século XVII, o Catecismo Maior de Westminster ensinava que um dos deveres exigidos no sexto mandamento é confortar e socorrer os aflitos e proteger e defender os inocentes (Mt 25.35,36; Pv 31.8,9; Is 58.7).
Antes ainda, o reformador João Calvino dizia que é dever do Estado providenciar recursos para a vida de todos os cidadãos. Calvino foi um pioneiro neste sentido. Se o governo não cumpre seu papel, está matando seus cidadãos.
Mas, isto não quer dizer que os cristãos devem cruzar os braços e não fazer nada a respeito, pensando que, se é dever do governo, a Igreja não precisa fazer nada.
Este pensamento é errado, pois os cristãos devem lutar para defender a vida também no aspecto social. Todo esforço cristão nesta área é válido, pois levará os não cristãos a glorificar ao Pai que está nos céus (Mt 5.16).
DISCUSSÃO
1. Há situações em que o cristão pode matar?
2. Você concorda que quando o governo, os patrões, etc, se omitem em seus deveres para com os mais carentes, estão praticando a morte social? O que a igreja deve fazer diante desta situação?
3. Você acha que na vivência dos cristãos o sexto mandamento tem sido quebrado?
Autor: Rev. Carlos Ribeiro Caldas Filho
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Qual é o valor que o dinheiro ocupa na sua vida?
Referência: Tiago 5.1-6
INTRODUÇÃO
1. O dinheiro hoje domina as casas de leis, os palácios dos governos e as cortes do judiciário. O dinheiro é o maior deus deste mundo. Por eles as pessoas roubam, mentem, corrompem, casam-se, divorciam-se, matam e morrem.
2. O dinheiro é mais do que uma moeda, ele é um espírito, um deus, ele é Mammom. Ninguém pode servir a Deus e ao dinheiro. Ele é o mais poderoso dono de escravos do mundo.
3. O problema não é possuir dinheiro, mas ser possuído por ele. O dinheiro é um bom servo, mas um péssimo patrão. Não é pecado ser rico. A riqueza é uma bênção. É Deus quem nos dá sabedoria para adquirirmos riqueza. O problema é colocar o coração na riqueza. A raiz de todos os males não é o dinheiro, mas o amor ao dinheiro.
4. Vivemos hoje uma economia global. A máquina econômica gira numa velocidade caleidoscópica. Precisamos trabalhar mais e consumir mais. Os luxos do ontem tornaram-se as necessidades do hoje. Mas o sistema pede não apenas mais dinheiro, mas também mais do nosso tempo. Coisas estão se tornando mais importante do que pessoas.
5. Os ricos estão se tornando cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. 50% das riquezas do mundo estão nas mãos de apenas 100 empresas. Há empresas mais ricas que alguns países. A GM é mais rica que a Dinamarca. A Toyota é mais rica que a África do Sul. A FORD é mais rica que a Noruega. O Wal-Mart é mais rico que 161 países. Bill Gates em 2000 teve uma renda líquida de 400 milhões de dólares por semana.
6. A corrupção está instalada na medula de nossa nação. Sentimos vergonha ao ver tanto escândalo financeiro, quando os recursos que deveria vir para aliviar o sofrimento do pobre são saqueados pelas ratazanas que roem incansavelmente as riquezas da nação e os dráculas que insaciáveis que chupam o sangue do povo.
7. A Palavra de Tiago é mais do que oportuna. Deveria ocupar as manchetes dos jornais.
I. COMO OS RICOS ADQUIRIRAM SUAS RIQUEZAS – V. 4,6a
1. A Bíblia não proíbe o homem ser rico, se essa riqueza vem como fruto da bênção de Deus e do trabalho honrado (Sl 112; Pv 10:4). Abraão e Jó eram homens ricos e também piedosos. O que a Bíblia proíbe é adquirir riquezas por meios ilícitos e para propósitos ilícitos. Amós 2:6 condena o aquirir riquezas ilícitas e Isaías 5:8 condena o adquirir com propósitios ilícitos.
2. Não é pecado ser rico. Não é pecado ser previdente. Não é pecado usufruir as benesses da riqueza. O pecado está ligado a origem, ao meio e ao fim da riqueza.
3. Tiago fala que os ricos que ajuntaram riqueza ilícita enfrentarão a inevitabilidade do juízo de Deus (v. 1). O luxo de hoje tornar-se desventura amanhã (v. 1). Exemplo: A opulência da riqueza de Saddam Hussein.
4. A segurança do dinheiro é falsa. A alegria que ele proporciona é fugaz (v. 1). Veja o contraste entre a falsa e a verdadeira riqueza em 1 Tm 6:6-10,17-19.
5. Tiago menciona duas formas pecaminosas com que os ricos adquiriram suas riquezas:
A. Retendo o salário dos trabalhodores com fraude – (v. 4)
Os ricos não apenas estavam retendo o salário dos trabalhadores, mas estavam retendo o salário deles com fraude. Eles estavam ricos por roubar dos pobres (Pv 22:16,22).
A lei de Moisés proibia ficar com o salário do trabalhador até à noite (Dt 24:14-15): “Não oprimirás o jornaleiro pobre e necessitado, seja ele teu irmão ou estrangeiro que está na tua terra e na tua cidade. No seu dia, lhe darás o seu salário, antes do pôr-do-sol, porquanto é pobre, e disso depende a sua vida; para que não clame contra ti ao Senhor, e haja em ti pecado”.
“Não oprimirás o teu próximo, nem o roubarás; a paga do jornaleiro não ficará contigo até pela manhã” (Lv 19:13).
Os trabalhores foram contratados por um preço e fizeram o seu trabalho, mas não receberam. O crente precisa ser honesto para pagar suas dívidas e cumprir com os seus compromissos financeiros.
B. Controlando as cortes- (v. 6a)
A regra de ouro do mundo é que aqueles que têm o ouro é que fazem as regras. Os ricos se fortalecem porque compram as sentenças, subornam os tribunais e assim oprimem ainda mais os pobres que não podem oferecer resistência.
Nos versos 2-3 e no v. 5 há o uso egoísta da riqueza (acúmulo e luxúria), cada um dos versos seguidos por uma condenação dessa prática v. 4 e 6.
Os ricos condenam os pobres nos tribunais (2:6 e 5:6). Na diáspora os crentes foram dispersos e perderam seus bens, propriedades, casas (1:1).
Judas vendeu Jesus por dinheiro. Os ricos compravam as sentenças contra os pobres por dinheiro e assim condenavam e matavam os justos (um símbolo do que foi feito com Cristo).
Quando Deus estabeleceu Israel em sua terra, deu ao povo um sistema de cortes (Dt 17:8-13). Ele advertiu os juízes para não serem garanciosos (Ex 18:21). Os juízes não podiam ser parciais entre os ricos e os pobres (Lv 19:15). Nenhum juiz podia tolerar perjúrio (Dt 19:16-19). O suborno era condenado pelo Senhor (Is 33:15; Mq 3:11; 7:3). Amós denunciou os juízes que vendiam sentenças por suborno (Am 5:12,13).
Os pobres não tinham como resistir os ricos. Eles controlavam as próprias cortes. Eles só podiam apelar para Deus, o justo juíz.
II. COMO OS RICO USARAM SUAS RIQUEZAS – V. 3-5
1. Já é uma coisa pecaminosa adquirir riquezas de forma pecaminosa, mas maior pecado ainda é usar essas riquezas de forma também pecaminosa. Tiago cita três formas pecaminosas de usar as riquezas:
A. Eles acumularam de forma avarenta as riquezas – (v. 3)
Não há nenhum pecado em ser previdente, fazer investimentos e em prover para si, para a família, para ajudar outros (2 Co 12:14; 1 Tm 5:8; Mt 25:27).
Mas é pecaminoso acumular o que não é nosso. Eles ajuntavam o que deviam pagar aos trabalhadores. Anos depois os Romanos saquearam todos os seus bens e suas riquezas foram espoliadas.
É uma grande tragédia uma pessoa ajuntar tesouros para os últimos dias e não ajuntar tesouros no céu.
Confiar na provisão e não no provedor é um pecado. Quem assim age, vive como se nossa pátria fosse a terra e não o céu (Lc 12:15-21). Confiar na instabilidade da riqueza ou na transitoriedade da vida é tolice (4:14; 1 Tm 6:17). A vida de um homem não consiste na quantidade de bem que ele possui (Lc 12:15).
B. Eles mantiveram os necessitados longe do benefício de suas riquezas – (v. 4).
Os ricos não apenas acumularam riquezas, guardando gananciosamente suas moedas ao ponto de ajuntar ferrugem, mas estavam armazendo não suas próprias riquezas, mas o salário dos ceifeiros.
Eles não estavam sendo fiéis na mordomia dos bens. Eles estavam sendo fraudulentos. O roubo é pecado. Deixar de pagar salários justos e reter os salários ardilosamente é um grave pecado aos olhos de Deus.
C. Eles estavam vivendo na luxúria enquanto os pobres estavam morrendo – (v. 5)
Luxúria = triphao – só encontrado aqui no NT = extravagante conforto.
Prazeres = spatalao – entregar-se aos prazeres e aos vícios (1 Tm 5:6). As duas palavra juntas significam uma vida sem auto-negação, uma vida regalada, desenfreada, sedenta apenas dos prazeres e conforto. Eles pecaram contra a justiça e contra a temperança.
Jesus ilustrou essa atitude nababesca falando sobre o rico que vivia regaladamente em seus banquetes sem se importar com o pobre ou mesmo com o destino da sua alma (Lc 16:19-31).
III. O QUE ACONTECERÁ ÀS SUAS RIQUEZAS – V. 1-4
Tiago menciona as consequências do mau uso das riquezas:
A. As riquezas mau usadas irão desvanecer – (v.2-3a)
Nada daquilo que é material permanecerá para sempre neste mundo. As sementes da morte estão presentes em tudo aquilo que está neste mundo. É uma grande tolice pensar que a riqueza possa trazer estabilidade permanente. Assim diz o apóstolo Paulo: “Exosta os ricos do presente século que não sejam orgulhosos, nem depositem a sua esperança na instabilidade da riqueza, mas em Deus, que tudo nos proporciona ricamente para nosso aprazimento” (1 Tm 6:17).
Além disso a vida é passageira: “…sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa” (Tg 4:14) e não podemos levar nada desta vida: “Porque nada temos trazido para o mundo, nem cousa alguma podemos levar dele” (1 Tm 6:7).
Jesus disse para o rico insensato: “… louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?” (Lc 12:20).
B. As riquezas mau usadas destroem o caráter – (v. 3)
Diz Tiago: “O vosso ouro e a vossa prata foram gastos de ferrugens, e a sua ferrugem há de ser por testemunho contra vós mesmos e há de devorar, como fogo, as vossas carnes…” (5:3).
Este é o julgamento presente da riqueza. O veneno da riqueza infectou a pessoa e ela está sendo devorada viva. A cobiça leva a pessoa a cometer todos os outros mandamentos. Ló ao se tornar rico pôs sua vida e sua família a perder. Diz Deus: “… se as vossas riquezas prosperam, não ponhais nelas o coração” (Sl 62:10). O bom nome é melhor do que as riquezas (Pv 22:1). A piedade com contentamento é grande fonte de lucro (1 Tm 6:6). O casamento feliz é melhor do que finas jóias.
C. As riquezas mau usadas acarretam o inevitável julgamento de Deus – (v. 1,3,5)
Tiago viu não apenas o presente julgamento (as riquezas sendo devoradas e o caráter sendo destruído), mas também ele falou do julgamento futuro diante de Deus (v. 1, 9). Jesus é o reto juiz e ele julgará retamente. Todos comparecer diante do tribunal de Cristo para dar conta de suas vidas.
Veja as testemunhas que Deus vai chamar nesse julgamento: 1) As suas próprias riquezas enferrujadas e suas roupas comidas de traça vão testemunhar contra eles no juízo – (5:3) – revelando a avareza de seus corações. Há uma ironia aqui: os ricos armazenam suas riquezas para protegê-los e elas serão contra ele para condená-lo. 2) O salário retido com fraude dos ceifeiros vão testemunhar contra eles – (5:4) – O dinheiro tem voz. Ele fala e sua voz chega ao céu, aos ouvidos do Senhor dos Exércitos. Deus ouviu o sangue de Abel e ouve o dinheiro roubado dos trabalhadores. 3) Os trabalhadores irão também testificar contra eles (5:4b) – Não haverá change dos ricos subornarem as testemunhas e o juiz. Deus ouve o clamor do seu povo oprimido e os julga com justiça.
D. As riquezas mau usadas revelam a perda de uma preciosa oportunidade – (v. 3)
Pense no bem que poderia ter sido feito com essa riqueza acumulada de forma avarenta. Pobres poderiam ter sido assistidos, o reino de Deus expandido, o salário dos ceifeiros pago. O que esses ricos guardaram, perderam anos depois quando Roma começou a perseguir os judeus (64 d.C e 70 d.C.).
O dinheiro não deve ser uma arma para controlar e dominar os outros, mas um instrumento para ajudar os necessitados. O que guardamos, perdemos. O que damos, retemos.
Uma pessoa pode ser rica neste mundo e pobre no mundo por vir. Pode ser pobre aqui e rica no mundo vindouro.
O dinheiro fala: o que ele irá testemunhar sobre você no dia do juízo?
CONCLUSÃO
Como você tem lidado com o dinheiro: ele é seu dono ou seu servo? Seu coração confia na provisão ou no provedor?
Você é honesto no trato com o dinheiro? Você tem alguma coisa em suas mãos que não lhe pertence? Os bens que você tem foram ganhados licitamente?
Você tem usado seus bens para ajudar outras pessoas, ou você tem acumulado apenas para o seu deleite e conforto?
Fonte: Hernandes Dias Lopes
Jean Wyllys irá propor uma moção de aplausos para o pastor Ricardo Gondin
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) escreveu em seu Twitter que irá propor uma moção de aplausos para o pastor Ricardo Gondin.
A conversa surgiu quando ele elogiava o texto do Frei Betto, um representante de Igreja Católica que saiu em defesa dos direitos civis para homossexuais e em defesa do Estado Laico.
Por causa dessa luta em favor do grupo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis), Jean Wyllys estava propondo aprovar na Câmara uma moção de aplausos para o religioso.
Uma de suas seguidoras pediu para ele incluir o pastor da Igreja Betesda nesta moção já que ele vem sofrendo uma série de “retaliações” da comunidade evangélica por também defender a causa LGBT.
Fonte: Gospel Prime
sábado, 4 de junho de 2011
CRISTOLOGIA - A doutrina de Cristo
Análise Bíblica e Teologica da Pessoa e Obra de Jesus Cristo
Jesus Cristo, afirmam os teólogos conceituados, se encontra entre as figuras mais populares da história da humanidade.
Cristologia é, em suma, o estudo teológico que procura responder a duas perguntas principais: “Quem é Jesus?” (identidade) e “Qual a natureza e o significado do que Jesus realizou na encarnação?” (obra). Cristologia (do grego christhos – ungido + logia – estudo): estudo sistemático e ordenado que tem como objeto a vida e a obra de Cristo. A metodologia é fator crucial na Cristologia.
Parece que até alguns pagãos esperavam a chegada de um Messias que pudesse dar novo significado a existência humana. O Avatar para os hindus, Sosiosh para os persas, o Santo do Oeste para os Chineses.
Afirma-se que mais de 300 profecias sobre Jesus proferidas no Antigo Testamento tiveram perfeito cumprimento.
Confira, a seguir, algumas das heresias que surgiram ao longo dos séculos que deturpam a pessoa e a obra de Jesus Cristo.
1. DOCETISMO – Doutrina herética que afirmava: Jesus Cristo era Deus, mas apenas parecia humano.
2. APOLINARISMO – Ensino herético de Apolinário, bispo de Laodicéia (310-319 d.C), que afirmava que Jesus Cristo, em sua encarnação, assumiu corpo e alma humanos, mas não mente ou espírito humano.
3. EUTIQUIANISMO – Eutiques, monge em Constantinopla, era protegido de Dióscoro, sucessor de Cirilo no bispado de Alexandria. Ele afirmava que a natureza divina absorveu a natureza humana.
4. EBIONITAS/EBIONISMO – Ebionismo foi um ensino primitivo de seitas oriundas do cristianismo judaico: dizia que Jesus Cristo possuía apenas natureza humana; que Deus o ungiu no batismo devido a sua obediência plena a lei mosaica.
5. ARIANISMO – Doutrina herética primitiva a respeito da identidade de Jesus Cristo – era ele o mais elevado dos seres criados, mas não era Deus.
6. SABELIANISMO – Uma heresia trinitária do século III que negava a Trindade.
7. NESTORIANISMO – o nestorianismo foi uma visão que defendia que, embora Jesus Cristo fosse uma pessoa (Deus e homem unidos), suas naturezas (humana e divina) existiam lado a lado e assim eram separáveis.
Cristo também foi um líder eficiente e eficaz. O maior líder, o líder por excelência, foi Jesus Cristo: não se preocupou em ser o primeiro, mas em ser aquele que estava disposto a servir (Mc 10.42-44).
Outros afirmam categoricamente que praticamente todos os avanços da humanidade nesses 1900 anos devem ser atribuídos a Jesus, como o principal inspirador de todos eles!
Aula ministrada pelo mestre Pr. José Roberto Oliveira Chagas – IBETEK – Instituto Bíblico Teológico KENOSIS.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
ASAS DE SOCORRO
Quem Somos
ASAS DE SOCORRO é uma Organização, não Governamental (ONG) humanitária cristã, que atua em regiões isoladas do país, em cooperação com outras entidades, com propósito de fornecer apoio logístico através de transporte aéreo, programas assistenciais e desenvolvimento comunitário.
Há mais de 50 anos no Brasil, é a única organização que opera uma estrutura de Aviação com objetivos assistenciais e filantrópicos. Possui uma frota com 11 aeronaves, uma Escola de Aviação/Oficina Aeronáutica e seis bases de operação.
Seu corpo de colaboradores é formado por cristãos, que motivados pelo desejo de servir ao próximo, colocam à disposição suas vidas e profissões nas áreas de Aviação (pilotos e mecânicos), Saúde, Educação e outras áreas ligadas à Cultura e Desenvolvimento Social, além das atividades Administrativas e de apoio.
Mobiliza anualmente centenas de voluntários, especialmente profissionais de saúde, como médicos, dentistas, protéticos e enfermeiros, que participam do atendimento a mais de 40 mil pessoas em comunidades carentes e isoladas, nas Regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste do Brasil.
Nossa Missão
Asas de Socorro é uma associação cristã, que objetiva apoiar as ações da Igreja Evangélica e outras organizações, em áreas de difícil acesso, através de ministérios que agregam aviação e atenção integral ao homem.
Nossa Visão
Ser uma organização cristã de apoio logístico e facilitadora do acesso de ações de transformação social em áreas remotas, oferecendo serviços de excelência e de caráter humanitário.
Eu colaboro, participe você também transferência ou depósito bancário - Bradesco Ag 0240-2 C/C 55508-8. Cheque cruzado e nominal para Asas de Socorro. Boleto bancário solicite através do e-mail doacoes@asasdesocorro.org.br ou pelo telefone (62) 4014 0323.
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